"através de" onde se deveria usar "por meio de" - acho que existe um impulso natural à travessia em nós, seres humanos.
"aonde" no lugar de "onde" ou até mesmo "onde" no lugar de no qual. aonde é A + ONDE, ou seja, é para ser usado quando se VAI a algum lugar. exemplo: "aonde você vai?" está correto, mas "fui a uma casa aonde haviam velas" está errado. e ONDE refere-se a lugar exclusivamente. ou seja, diga "era um texto NO QUAL haviam muitas metáforas" e não "era um texto onde haviam muitas metáforas". desculpa aí o mau-humor dessa última, mas é feio demais!
hm, dessa vez não estou conseguindo pensar em palavras que me incomodam sem ser necessariamente erros de gramática.
que chatona.
posso contar uma piada?
segunda-feira, 28 de novembro de 2005
terça-feira, 22 de novembro de 2005
as pessoas dizem...
"chinela" ao invés de "chinelo". que feio!
"meu colega" ao invés de "um amigo meu". se ele trabalha ou estuda com a pessoa, tudo bem. mas em geral é melhor dizer "meu colega de trabalho" ou "meu colega de curso". senão parece meio esquivo... né não?
"qüestão" ao invés de "questão". argh!
"a princípio" ao invés de "em princípio". quer falar bonito? imita a professora de português da oitava série, e não discurso de político!
"te gosto" ao invés de "gosto de você". sai pra lá, urubu! hehe, brincadeira.
"simple red" ao invés de "simply red". essa banda é "simply bad".
...to be continued.
"meu colega" ao invés de "um amigo meu". se ele trabalha ou estuda com a pessoa, tudo bem. mas em geral é melhor dizer "meu colega de trabalho" ou "meu colega de curso". senão parece meio esquivo... né não?
"qüestão" ao invés de "questão". argh!
"a princípio" ao invés de "em princípio". quer falar bonito? imita a professora de português da oitava série, e não discurso de político!
"te gosto" ao invés de "gosto de você". sai pra lá, urubu! hehe, brincadeira.
"simple red" ao invés de "simply red". essa banda é "simply bad".
...to be continued.
sexta-feira, 18 de novembro de 2005
terça-feira, 15 de novembro de 2005
tempo de voltar
Fim de ano não é época de começar as coisas.
Mas acho que pode ser tempo de retornar... os retornos são bons fechamentos.
Muitas vezes, dar algo por encerrado é mais presunção ou desespero do que deixar que coisas voltem e fechem seus ciclos naturalmente.
Eu adoro novembro e dezembro, são os meses de justaposição e triagem de sensações, marcas de comportamento, de relações com as outras pessoas e consigo.
Acho que é tempo de voltar, por isso este post.
Mas acho que pode ser tempo de retornar... os retornos são bons fechamentos.
Muitas vezes, dar algo por encerrado é mais presunção ou desespero do que deixar que coisas voltem e fechem seus ciclos naturalmente.
Eu adoro novembro e dezembro, são os meses de justaposição e triagem de sensações, marcas de comportamento, de relações com as outras pessoas e consigo.
Acho que é tempo de voltar, por isso este post.
segunda-feira, 17 de outubro de 2005
that s the way it goes
There's a man talking on the radio
What he's saying I don't really know
Seems he's lost some stocks and shares
Stops and stares
He's afraid I know
That's the way it goes
There's a man talking of the promised land
He'll aquire it with some Krugerrand
Subdivide and deal it out
Feel his clout
He can stoop so low
And that's the way it goes
There's an actor who hopes to fit the bill
Sees a shining city on a hill
Step up close and see he's blind
Wined and dined
All he has is pose
And that's the way it goes
There's a fire that burns away the lies
Manifesting in the spiritual eye
Though you won't understand the way I feel
You conceal, all there is to know
That's the way it goes
(acho que já postei essa letra aqui, mas é bem temática da semana. onde vai parar este planeta, pelo cão do egito???)
(ah, a letra e a música são do – indefectivelmente ótimo – george harrison.
What he's saying I don't really know
Seems he's lost some stocks and shares
Stops and stares
He's afraid I know
That's the way it goes
There's a man talking of the promised land
He'll aquire it with some Krugerrand
Subdivide and deal it out
Feel his clout
He can stoop so low
And that's the way it goes
There's an actor who hopes to fit the bill
Sees a shining city on a hill
Step up close and see he's blind
Wined and dined
All he has is pose
And that's the way it goes
There's a fire that burns away the lies
Manifesting in the spiritual eye
Though you won't understand the way I feel
You conceal, all there is to know
That's the way it goes
(acho que já postei essa letra aqui, mas é bem temática da semana. onde vai parar este planeta, pelo cão do egito???)
(ah, a letra e a música são do – indefectivelmente ótimo – george harrison.
sexta-feira, 7 de outubro de 2005
coisas de verdade
Veio uma vontade de escrever algo que se refere ao mundo real, após dois eventos: uma conversa no carro, ontem, e uma leitura de blog, hoje.
Li o último post da Dani Guima, sobre o referendo, no qual ela expõe diferentes argumentos para cada voto possível. Gostei muito da precisão e simplicidade do texto, e alguns argumentos me fizeram lembrar de uma conversa que tive ontem com o Sr. Respectivo. Recebi uma boa explicação do porquê de ele acreditar na liberação das drogas. Pode ser até um argumento simplista, talvez um pouco ingênuo, não sei... Mas ele disse que tal medida provavelmente acabaria com o narcotráfico, que é um freio brutal ao desenvolvimento do país. Gasta-se muito com a repressão ao tráfico, mais do que se gastaria com educação preventiva – na verdade, educação como um todo – e, talvez, com o tratamento de drogados. Além disso, penso eu, há o problema do narcotráfico como chaga social: ele é violento e demanda medidas violentas pela polícia, ele propicia verdadeira guerrilha urbana em alguns locais que nem preciso mencionar e, ainda, funciona como qualquer negócio ao tentar angariar clientela, falo de aliciamento de menores para o mundo das drogas, o que os torna dependentes dos traficantes. O Sr. R., assim como eu, é contra as drogas e não as usa, mas acreditamos que a diminuição de seu consumo deve vir da educação e não da repressão.
Enfim, talvez o desarmamento e a descriminalização das drogas possam ser medidas que se complementam. Ou seja, acredito que os argumentos contra o desarmamento têm fundamento, e entendo os que dizem que o referendo é algo como querer parir um bebê no terceiro mês de gestação (ver texto da Dani), mas não deixo de apoiar o desarmamento como uma das várias medidas a serem tomadas em direção da melhoria social deste País.
Ah, só mais um comentário breve: é interessante parar para refletir como, em várias ocasiões, as medidas levantadas pelos governos (no plural, considere-se não só o governo federal como também estadual/municipal) são paliativos ou distorções de algum processo cuja raiz está, invariavelmente, na educação. O quanto não se gasta com obras como a transposição do Rio São Francisco – ainda mais se for levado em conta o indefectível desvio de verba – enquanto se poderia investir na formação de pessoas mais capazes de exercer uma democracia que faça sentido, na qual cada um é de fato capaz de escolher e opinar. Não sou contra a transposição, ok? Mas sou contra o trajeto dela e as politicagens envolvidas...
Li o último post da Dani Guima, sobre o referendo, no qual ela expõe diferentes argumentos para cada voto possível. Gostei muito da precisão e simplicidade do texto, e alguns argumentos me fizeram lembrar de uma conversa que tive ontem com o Sr. Respectivo. Recebi uma boa explicação do porquê de ele acreditar na liberação das drogas. Pode ser até um argumento simplista, talvez um pouco ingênuo, não sei... Mas ele disse que tal medida provavelmente acabaria com o narcotráfico, que é um freio brutal ao desenvolvimento do país. Gasta-se muito com a repressão ao tráfico, mais do que se gastaria com educação preventiva – na verdade, educação como um todo – e, talvez, com o tratamento de drogados. Além disso, penso eu, há o problema do narcotráfico como chaga social: ele é violento e demanda medidas violentas pela polícia, ele propicia verdadeira guerrilha urbana em alguns locais que nem preciso mencionar e, ainda, funciona como qualquer negócio ao tentar angariar clientela, falo de aliciamento de menores para o mundo das drogas, o que os torna dependentes dos traficantes. O Sr. R., assim como eu, é contra as drogas e não as usa, mas acreditamos que a diminuição de seu consumo deve vir da educação e não da repressão.
Enfim, talvez o desarmamento e a descriminalização das drogas possam ser medidas que se complementam. Ou seja, acredito que os argumentos contra o desarmamento têm fundamento, e entendo os que dizem que o referendo é algo como querer parir um bebê no terceiro mês de gestação (ver texto da Dani), mas não deixo de apoiar o desarmamento como uma das várias medidas a serem tomadas em direção da melhoria social deste País.
Ah, só mais um comentário breve: é interessante parar para refletir como, em várias ocasiões, as medidas levantadas pelos governos (no plural, considere-se não só o governo federal como também estadual/municipal) são paliativos ou distorções de algum processo cuja raiz está, invariavelmente, na educação. O quanto não se gasta com obras como a transposição do Rio São Francisco – ainda mais se for levado em conta o indefectível desvio de verba – enquanto se poderia investir na formação de pessoas mais capazes de exercer uma democracia que faça sentido, na qual cada um é de fato capaz de escolher e opinar. Não sou contra a transposição, ok? Mas sou contra o trajeto dela e as politicagens envolvidas...
domingo, 25 de setembro de 2005
Olhar afetivo
Este post deriva de várias conversas da semana passada.
Alguém muito próximo disse que não gosta de concreto aparente. Que acha bruto, feio e cinzento. Foi de certa forma um choque pra mim uma pessoa tão "afim" ter essa visão. Nunca tive muita escolha na vida a não ser gostar de concreto aparente, afinal de contas, sou filha de arquiteto formado pela UnB na década de 70. Nunca tive a opção de gostar de arquitetura vernácula, por exemplo, ou de achar feio Alcides da Rocha Miranda ou um Artigas, sei lá.
Pra ser sincera, o que mais me chocou foi perceber que eu realmente não sei qual é o meu gosto pra arquitetura. É difícil julgar o que é meu olhar e o que é o olhar do meu pai, da minha criação, da geração dele.
Não consigo achar o concreto aparente brutal, mas depois disso tudo posso entender que alguém ache e que essa pessoa não é menos sofisticada por causa disso.
As verdades incontestáveis dos pais andam com a gente usando máscara de absoluto a vida toda. A gente nem vê as diabas do nosso lado, tenho certeza de que se morre sem saber de metade delas. São coisas que a gente raramente questiona. Um exemplo bobo: eu sempre achei que todo mundo tinha um monte de colher de pau em casa. Pra mim isso era fato dado. Quem vive sem colher de pau? Hahah! Mas depois, cozinhando na casa dos outros, vi que não é assim. E, até hoje, tenho uma certa tendência a pensar que quem não usa colher de pau está meio equivocado. Quem tem só uma ainda é algo como um pobre coitado. Mas que coisa isso!
Vamos ver, vou tentar ao máximo me emancipar dessas coisas. Detectar o quanto puder os constrangimentos dos vícios e costumes genitorescos. No início, tem sido necessário como ação afirmativa antagonizar um bocado os papis. Sem deixar a coisa cair em rebeldia sem causa, há que se manter o respeito e não se pode perder a classe, jamais!
São queridos e ótimos, meus pais, mas de fato quero que aceitem alguns arroubos de usar brincão, gostar de piano branco, sapato de bico fino, achar exposição de artes plásticas um tédio, ser espiritualizada, etc. Mesmo que algumas dessas coisas sejam apenas temporárias. Quanto às coisas que realmente importam, essas eu não conto aqui. As mudanças de comportamento mais profundas, os que tiverem sensibilidade suficiente pra perceber, verão. E é claro que apenas para esses a diferença importa.
Alguém muito próximo disse que não gosta de concreto aparente. Que acha bruto, feio e cinzento. Foi de certa forma um choque pra mim uma pessoa tão "afim" ter essa visão. Nunca tive muita escolha na vida a não ser gostar de concreto aparente, afinal de contas, sou filha de arquiteto formado pela UnB na década de 70. Nunca tive a opção de gostar de arquitetura vernácula, por exemplo, ou de achar feio Alcides da Rocha Miranda ou um Artigas, sei lá.
Pra ser sincera, o que mais me chocou foi perceber que eu realmente não sei qual é o meu gosto pra arquitetura. É difícil julgar o que é meu olhar e o que é o olhar do meu pai, da minha criação, da geração dele.
Não consigo achar o concreto aparente brutal, mas depois disso tudo posso entender que alguém ache e que essa pessoa não é menos sofisticada por causa disso.
As verdades incontestáveis dos pais andam com a gente usando máscara de absoluto a vida toda. A gente nem vê as diabas do nosso lado, tenho certeza de que se morre sem saber de metade delas. São coisas que a gente raramente questiona. Um exemplo bobo: eu sempre achei que todo mundo tinha um monte de colher de pau em casa. Pra mim isso era fato dado. Quem vive sem colher de pau? Hahah! Mas depois, cozinhando na casa dos outros, vi que não é assim. E, até hoje, tenho uma certa tendência a pensar que quem não usa colher de pau está meio equivocado. Quem tem só uma ainda é algo como um pobre coitado. Mas que coisa isso!
Vamos ver, vou tentar ao máximo me emancipar dessas coisas. Detectar o quanto puder os constrangimentos dos vícios e costumes genitorescos. No início, tem sido necessário como ação afirmativa antagonizar um bocado os papis. Sem deixar a coisa cair em rebeldia sem causa, há que se manter o respeito e não se pode perder a classe, jamais!
São queridos e ótimos, meus pais, mas de fato quero que aceitem alguns arroubos de usar brincão, gostar de piano branco, sapato de bico fino, achar exposição de artes plásticas um tédio, ser espiritualizada, etc. Mesmo que algumas dessas coisas sejam apenas temporárias. Quanto às coisas que realmente importam, essas eu não conto aqui. As mudanças de comportamento mais profundas, os que tiverem sensibilidade suficiente pra perceber, verão. E é claro que apenas para esses a diferença importa.
terça-feira, 13 de setembro de 2005
Futuro
Andava na sombra, olhando o que tocava o sol.
As coisas, sabia que olhavam de volta.
Sempre duas vias, sempre incessantes.
Andava no sol, media ângulos, iluminava e correspondia.
O caminho era sempre em cores, as palavras não. As leis escritas, paradas. Ele movia-se.
Cores que ele mesmo irradiava, andava e não entendia. Pensava não saber. Pensou nas letras. A correr, mas ele corria mais, ainda sem afigurar-se reflexo.
A marca da alteridade, em delicadeza, o cuidado que tentava registrar. Um pouco adivinhar, um pouco sugerir.
Seja assim, apesar de já ser.
E ter sido: andava, afinal.
Será, será o produto surpresa de pequenos gestos, entre outras miudezas. Crescia dentro do pouco espaço, parecia sem limites, era o que o outro podia ver.
Era capaz de pensar em controle. Podia escolher os termos, e o outro confiava que não afastaria o que era claro. Andava a olhar para baixo, seguir a própria sombra, ver as raízes das sombras do mundo.
Olhar para o lado,
quando em distração. Perceber novas frentes.
As coisas, sabia que olhavam de volta.
Sempre duas vias, sempre incessantes.
Andava no sol, media ângulos, iluminava e correspondia.
O caminho era sempre em cores, as palavras não. As leis escritas, paradas. Ele movia-se.
Cores que ele mesmo irradiava, andava e não entendia. Pensava não saber. Pensou nas letras. A correr, mas ele corria mais, ainda sem afigurar-se reflexo.
A marca da alteridade, em delicadeza, o cuidado que tentava registrar. Um pouco adivinhar, um pouco sugerir.
Seja assim, apesar de já ser.
E ter sido: andava, afinal.
Será, será o produto surpresa de pequenos gestos, entre outras miudezas. Crescia dentro do pouco espaço, parecia sem limites, era o que o outro podia ver.
Era capaz de pensar em controle. Podia escolher os termos, e o outro confiava que não afastaria o que era claro. Andava a olhar para baixo, seguir a própria sombra, ver as raízes das sombras do mundo.
Olhar para o lado,
quando em distração. Perceber novas frentes.
segunda-feira, 12 de setembro de 2005
serenity now
Dessa vez, ao invés de escrever sobre as coisas de durante minhas caminhadas, vou só avisar que devo postar no fotolog uma série de imagens do caminho habitual. Só não estão muito boas as fotos porque usei a câmera do meu irmão, que é bem amadora, e também porque fiquei mortinha de vergonha de ser vista tirando fotos nas beiras da rua de baixo do lado ímpar.
Hehe.
Bem, o fotolog é
www.fotolog.net/o_linguado
.
Hehe.
Bem, o fotolog é
www.fotolog.net/o_linguado
.
terça-feira, 6 de setembro de 2005
quando a crianca era crianca, pensava que os adultos eram adultos
...mas tanto adultos quanto crianças vivem no mundo da fantasia. as crianças, como fase de aprendizagem necessária, os adultos, para encobertar aquilo que acham feio. e a falta de beleza para os crescidos parece ser sempre em si e não nos outros, ao contrário do que dizem. se eu pudesse ser um espelho, ah, nem estaria escrevendo estas baboseiras semicifradas.
mas tem tanta gente por aí com potencial de ser feliz e realizado, mas que prefere matar seu tempo esquecendo que tem memória, lembrando apenas de imagens de outros. imagens que essas mesmas pessoas construíram... o outro é sempre, ou quase sempre, uma construção do primeiro.
é frustrante perceber que pessoas vivem assim, enfim. não porque recebemos maus julgamentos, isso é só um tropecinho, mas porque as pessoas podem ser muuuito mais leves e irradiar isso por aí. para que todos sejamos mais leves. ahhh.
a leveza.
=)
mas tem tanta gente por aí com potencial de ser feliz e realizado, mas que prefere matar seu tempo esquecendo que tem memória, lembrando apenas de imagens de outros. imagens que essas mesmas pessoas construíram... o outro é sempre, ou quase sempre, uma construção do primeiro.
é frustrante perceber que pessoas vivem assim, enfim. não porque recebemos maus julgamentos, isso é só um tropecinho, mas porque as pessoas podem ser muuuito mais leves e irradiar isso por aí. para que todos sejamos mais leves. ahhh.
a leveza.
=)
segunda-feira, 5 de setembro de 2005
Oi, tudo bem? Boa tarde.
Vim aqui fazer uma horinha.
Estou morrendo de sono após ter dormido 10 horas seguidas. Acabei o que tinha pra fazer no trabalho. Não tenho carro. Não me pagaram esse mês. Estou com fome. A seca me deixa mole, tenho medo de pegar ônibus. Agora pouco fui a pé até o banco tirar extrato e fiquei tonta. Comi um nutry tem umas 3 horas. Quero ir pra academia hoje, mas para isso preciso comer. Para comer preciso que me paguem. Para ir pra academia preciso pegar ônibus. Para pegar ônibus preciso não ficar tonta quando ando. Para não ficar tonta preciso comer e beber muita água. Quero parar de querer as coisas. Para parar de querer as coisas, preciso controlar meu corpo. Para controlar meu corpo preciso controlar minha mente. Se eu controlar minha mente, não vou precisar comer, então poderei pegar ônibus e ir pra academia. Mas ainda assim acho que a UnB precisa me pagar. É ou não é?!
Estou morrendo de sono após ter dormido 10 horas seguidas. Acabei o que tinha pra fazer no trabalho. Não tenho carro. Não me pagaram esse mês. Estou com fome. A seca me deixa mole, tenho medo de pegar ônibus. Agora pouco fui a pé até o banco tirar extrato e fiquei tonta. Comi um nutry tem umas 3 horas. Quero ir pra academia hoje, mas para isso preciso comer. Para comer preciso que me paguem. Para ir pra academia preciso pegar ônibus. Para pegar ônibus preciso não ficar tonta quando ando. Para não ficar tonta preciso comer e beber muita água. Quero parar de querer as coisas. Para parar de querer as coisas, preciso controlar meu corpo. Para controlar meu corpo preciso controlar minha mente. Se eu controlar minha mente, não vou precisar comer, então poderei pegar ônibus e ir pra academia. Mas ainda assim acho que a UnB precisa me pagar. É ou não é?!
sexta-feira, 2 de setembro de 2005
top 5 de hoje
em homenagem a ter assistido high fidelity com a paula de novo no fim de semana passado por total falta de boa vontade com os filmes da blockbuster.
top 5 músicas que eu ouvi hoje
- transatlantic near death experience / john squire
- joe louis / john squire
- blue jay way / beatles
- savoy truffle / beatles
- the inner light / beatles

Judy.
Which Belle & Sebastian Song Character are You?
brought to you by Quizilla
top 5 músicas que eu ouvi hoje
- transatlantic near death experience / john squire
- joe louis / john squire
- blue jay way / beatles
- savoy truffle / beatles
- the inner light / beatles
Judy.
Which Belle & Sebastian Song Character are You?
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